quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Subprefeitura instala miniecoponto na Vila Sônia

Para facilitar ainda mais o descarte de restos de materiais de construção – cimento, pedaços de madeira e cacos de tijolos e azulejo – a Subprefeitura do bairro Butantã criou o Miniecoponto e realizou a instalação de uma unidade no bairro da Vila Sônia. Funciona do mesmo jeito que os outros 32 Ecopontos que existem na cidade: as pessoas levam o material a ser descartado e a Subprefeitura dá o destino correto para ele, sem agredir o meio ambiente e ajudando no combate às enchentes.

Móveis velhos, sobras de poda de árvores e lixo reciclável também podem ser deixados lá. Os Miniecopontos estão sendo instalados, estrategicamente, em locais próximos aos pontos viciados de descarte de entulho.

Endereços

Mini Ecoponto Sapé
Rua Calixto Garcia

Mini Ecoponto Vila Sonia
Praça Moisés Fucks

Mini Ecoponto Cohab Raposo Tavares
Rua Cachoeira dos Arrependidos

Fonte: Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Vila Sônia e outros oito bairros de SP entraram em estado de atenção após chuva de terça-feira

As zonas oestelestesul, sudeste e a Marginal do Pinheiros, em São Paulo, entraram em estado de atenção por causa das chuvas desta terça-feira (21), informou o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

Segundo o CGE, as pancadas de chuva atingiram principalmente os bairros entre as zonas oeste e sul, entre eles, Vila SôniaButantãPinheirosVila Mariana,  MorumbiItaim BibiMoema, Cidade Dutra e Grajaú. Nas zonas norte, leste e no restante da zona sul, imagens de radar apontavam chuva leve em pontos localizados.

Fonte: G1

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sete meses após inauguração, linha 4-Amarela do Metrô (Luz-Vila Sônia) não tem previsão para funcionar normalmente

Inauguradas em 25 de maio deste ano, as estações Paulista e Faria Lima – as primeiras da linha 4-Amarela do Metrô, que liga o bairro da Luz à Vila Sônia – ainda funcionam na chamada “operação assistida” (das 9h às 15h). E de acordo com a Viaquatro, concessionária que administra a linha, não há previsão para os passageiros poderem pegar os trens no horário comum (das 4h à 0h), depois que dois prazos dados pela empresa não foram cumpridos.

Na época da inauguração da linha Amarela, que contou com a presença do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador Alberto Goldman (PSDB), a previsão era que o funcionamento do trajeto fosse normalizado no final de setembro. Ao término do prazo, o site R7 entrou em contato com a Viaquatro, que afirmou que o horário dos trens seria estendido até o final de novembro.

No último dia 29, a reportagem entrou novamente em contato com a concessionária, que mudou a resposta e disse que não iria dar nenhuma previsão para a entrega definitiva das estações.

A explicação dada ao site pela ViaQuatro foi a de que a normalização no horário de funcionamento está atrelada à entrega de duas novas estações: Butantã e Pinheiros. Apenas elas forem inauguradas – o que também não há previsão para ocorrer -, Paulista e Faria Lima funcionarão sem restrições.

Usuária da estação Faria Lima desde que foi inaugurada, Evelin Salim, de 29 anos, usa o metrô para ir trabalhar. No entanto, ela reclama que não pode fazer o mesmo caminho quando retorna para casa.

- São boas essas estações novas do Metrô. Mas, por exemplo, eu tenho que voltar de ônibus à noite porque a estação está fechada. Ainda não está funcionando igual as outras.

Opinião parecida tem o estudante Eric Akihiro, de 19 anos.

- Eu uso a linha Amarela para ir ao cursinho, mas só na ida porque, de noite, ela fica fechada. Seria muito melhor se ela operasse no horário comum.

Segundo a ViaQuatro, as estações Butantã e Pinheiros já estão construídas, mas ainda permanecem em fase de testes de componentes eletrônicos, como o driverless (trens sem condutores), e portas nas plataformas de embarque. Ainda de acordo com a empresa, como se trata de um sistema complexo, não se pode afirmar em que estágio se encontram os testes e, por isso, não há previsão de inauguração.

Anunciadas em abril de 2004, as obras da linha 4-Amarela do Metrô começaram de fato em 2007, após intenso processo de desapropriação das áreas que receberam as estações. Ao todo, o trajeto deverá ter cerca de 12,8 km, ligando a região da Luz, no centro da cidade, ao Morumbi, na zona sul.

O projeto prevê 11 estações, que vão passar pelas regiões da Consolação, Butantã e Pinheiros. A previsão é de que toda a linha esteja funcionando até a metade de 2014.

Fonte: R7

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Vila Sônia está entre as campeãs de dengue em São Paulo

Levantamento da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), da Prefeitura de São Paulo, aponta que a cidade registrou 5.665 casos de dengue até o dia 27 de outubro. O número já é mais que o dobro das ocorrências de 2007 que foram 2.526.

A região do Butantã, na zona oeste, é a que tem maior incidência da doença com 391,6 casos por 100 mil habitantes. A Vila Sonia, na mesma área, aparece em segundo lugar no ranking com 264,7 casos por 100 mil habitantes. O coeficiente médio na Capital é de 51,2 por 100 mil moradores.

De acordo com o médico virologista Celso Francisco Granato, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a incidência da dengue tem relação direta com a concentração do mosquito Aedes aegypti em cada região.

Os fatores determinantes para a proliferação do mosquito são: cobertura vegetal, quantidade de chuva, tipo de habitação e densidade demográfica. “Áreas mais arborizadas como o Butantã têm uma tendência maior a ter mosquitos. Isso porque a água se acumula nas plantas e em pequenos lagos criando um ambiente propício para o inseto”.

Outra característica dessa região é a predominância de moradias térreas. “Bairros que têm mais casas costumam ter mais áreas expostas, mais quintais com plantas e, consequentemente, mais água parada para os mosquitos”, afirmou Granato.

A densidade demográfica também contribui para a maior incidência da doença. Segundo Granato, o mosquito voa num raio de 300 metros do local onde procria. Isso significa que quanto maior o número de pessoas que ele encontrar nesse raio, maior o número de transmissões.

Agentes. São Paulo tem um programa permanente de combate à dengue com 2.400 agentes de zoonoses. Existe também uma integração com profissionais da rede de atenção básica formada por 5.700 pessoas que visitam as residências para monitorar pacientes em atendimento na saúde da família. Eles também verificarão a existência de focos de dengue.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vila Sônia: Linha 4 terá túnel para manobra de trens

Seis anos depois de iniciada e já com 12,8 km de túnel escavados e concluídos no ano passado, a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) vai agora fazer o projeto para furar uma continuidade da Linha4-Amarela, que liga a Vila Sônia ao bairro da Luz. Será um prolongamento de 1,5 km a partir do já existente túnel de acesso ao Pátio Vila Sônia até a Rua David Matarasso, no Jardim Monte Kemel, zona oeste da capital. Ele servirá para as manobras de trens.

A escolha da empresa que fará os estudos técnicos e sondagens do solo para que seja elaborado o projeto executivo do novo túnel será realizada hoje. Segundo o Metrô, a concorrência também servirá para fazer a pré-qualificação para execução de todas as obras civis da segunda fase da Linha Amarela.

A previsão do Metrô é de escavar o novo túnel e construir cinco estações da segunda fase da linha – Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie – até 2013. Anteriormente, a previsão era concluir o trajeto todo em 2012.

O Metrô informou, por nota, que “a construção do túnel é necessária para permitir o acesso à estação, um novo acesso ao pátio Vila Sônia e para (realização de) manobra de trens”. “É importante ressaltar que as obras não interferirão na operação das estações da primeira fase”, diz a companhia. As outras paradas da Linha 4 – Butantã, Pinheiros, República e Luz – devem ficar prontas até o próximo ano. As paradas Faria Lima e Paulista estão em operação parcial desde maio.

Para o novo túnel será preciso desapropriar 42 imóveis, já declarados de utilidade pública em 2005. Durante a escavação está prevista a retirada de 294,7 mil m³ de terra, areia e pedras.

Interligação. A Estação Vila Sônia da Linha 4 vai interligar o metrô com um terminal de ônibus. Esse terminal rodoviário ficará localizado entre as Avenidas Francisco Morato e Eliseu de Almeida, paralelo à Rua Heitor dos Prazeres, ao lado do pátio onde manobram os trens da Linha 4.

Haverá integração de ônibus municipais, intermunicipais e o metrô. Será operado em conjunto pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), empresa do governo estadual, e pela São Paulo Transporte (SPTrans), da Prefeitura. Está prevista a movimentação de 600 ônibus por hora nos picos, com capacidade para atender aproximadamente 45 mil usuários por hora nos períodos piores da manhã e da tarde.

O terminal de ônibus ficará suspenso sobre o Pátio Vila Sônia do metrô, em áreas já desapropriadas. Será uma edificação de dois pisos. O piso superior contará com as plataformas de embarque e desembarque dos ônibus urbanos e metropolitanos. Na área inferior ficarão os acessos de usuários e espaço para comércio e serviços de apoio. No nível do solo continuará a funcionar o pátio de trens da Linha Amarela, sem interferência do novo prédio.

Segundo Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional da PUC-SP, a divisão de uma obra tão ampla como essa da Linha 4-Amarela do Metrô em vários segmentos pode ter respaldo da legislação, se o princípio fundamental de economia para o Estado for respeitado.

A licitação escolherá a empresa ou consórcio que oferecer o menor preço. Para um contrato de 16 meses para fazer as sondagens e estudar o tipo de solo que será escavado o túnel, essa concorrência tem valor estimado de R$ 1,7 milhão. A primeira etapa da linha, que incluiu escavação de 12,8 quilômetros de túnel e a construção de seis estações, já custou mais de R$ 2,3 bilhões.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Homem atira e mata mulher dentro de escola na Vila Sônia

Um mecânico se misturou aos alunos e matou a ex-mulher dentro da Escola Municipal Arthur Whitaker, na Vila Sônia, na Zona Sul de São Paulo, na noite desta quarta-feira. Em seguida, ele se matou. O casal tinha 13 filhos. Maria Edileuza Alves de Souza e Reginaldo Silva estavam separados há oito meses.

Maria trabalhava como empregada doméstica e à noite fazia o curso supletivo. Estava no oitavo ano. Ela já havia registrado dois boletins de ocorrência contra o ex-marido, por agressão e ameaças.

- Ela tentava refazer a vida – diz Fernando de Souza, irmão da mulher.

Segundo a Polícia Militar, o casal teria discutido antes do crime. Reginaldo usou um revólver calibre 38. Ambos foram socorridos pela PM, mas morreram antes de dar entrada no Pronto Socorro (PS) Bandeirantes.

Fonte: O Globo

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Operação Cata-Bagulho percorre região da Vila Sônia neste sábado

Neste sábado (11), a região da Vila Sônia recebe os serviços da operação cata-bagulho. Os moradores das ruas e avenidas atendidas pelo serviço poderão se desfazer de objetos em desuso e de difícil descarte, como móveis e eletrodomésticos avariados ou em desuso.

Confira a região atendida pelo serviço:

Vila Sônia: das 9h às 15h
Onde: nos bairros Vila Ford, Vila Sabiá e Jardim Rose Mary.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Novo projeto da Operação Urbana Vila Sônia será apresentado nos próximos dias

Após pressão de moradores do bairro Butantã, na zona oeste de São Paulo, a prefeitura afirma ter alterado o traçado de um túnel que tomaria parte da Praça Elis Regina e do Parque da Previdência, ligando as Avenidas Corifeu de Azevedo Marques e Eliseu de Almeida. O novo projeto faz parte da Operação Urbana Vila Sônia e será apresentado nos próximos dias, segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.

Operações urbanas são instrumentos que permitem a empresas a construção de imóveis acima dos limites da lei de zoneamento municipal. Em troca, elas pagam uma taxa à prefeitura, que usa o dinheiro em melhorias de infraestrutura – neste caso, o túnel, que teria 800 metros e seria uma das contrapartidas para o adensamento da área. O projeto de lei da operação deve ser levado à Câmara Municipal até o fim do ano. Dezesseis entidades pressionavam a prefeitura a mudar o projeto desde 2007, quando a proposta foi apresentada.

Com a operação urbana, mais 37 mil moradores devem ir para as regiões do Butantã e da Vila Sônia até 2027. “Esse projeto vai tirar nossas poucas áreas verdes e dar mais espaço a carros”, diz o professor Theophile Lourenço, de 33 anos, morador do bairro. Segundo o chefe da assessoria técnica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Lisandro Frigerio, o traçado do túnel foi alterado e a prefeitura estuda três novas propostas, mas a região precisa de uma ligação norte-sul. “Tem o Rodoanel e a Marginal do Pinheiros. A cidade precisa de outra ligação”, defende. “Manter as duas áreas é uma premissa dos nossos projetos.”

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PM mata estudante em praça da Vila Sônia e é preso

Um estudante de 22 anos morreu após ser baleado por um soldado da Polícia Militar, por volta das 12h desta quinta-feira (26), na praça Vila de Sintra, na região da Vila Sônia, zona sul de São Paulo. O policial, que trabalha no 16º Batalhão, responderá por homicídio culposo (sem intenção de matar).

Segundo a família, Danilo Righetti da Silva estava na praça na companhia de alguns amigos, quando uma viatura da Polícia Militar fez a abordagem. Assustados, alguns deles tentaram fugir. Danilo ficou e acabou sendo atingido por um tiro na cabeça.

O jovem chegou a ser levado pelos policiais para o Family Hospital, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, mas morreu. Ainda segundo parentes, o disparo teria sido realizado de cima para baixo. A ocorrência foi registrada no 89º Distrito Policial.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, o disparo foi acidental. O policial deve ser levado para o Plantão de Polícia Judiciária Militar, no bairro do Rio Pequeno, na zona oeste da capital, informou a PM.

O que diz a polícia

O capitão Edinaldo Soares Alexandre, comandante da 5ª Companhia do 16º Batalhão da Polícia Militar, da qual faz parte o policial que matou Danilo, disse que a praça costuma ser frequentada por usuários de droga e que é comum a PM receber denúncias de moradores da região.

Durante patrulhamento, os policiais viram Danilo com um grupo de amigos na praça. Na abordagem, diz o capitão, foi encontrado um cigarro de maconha no bolso do rapaz. Um dos PMs o informou que teria de levá-lo à delegacia, mas Danilo virou as costas e caminhou para fora da praça, conta o comandante. Quando o policial tentou conter o estudante, houve o disparo acidental, segundo Edinaldo Soares.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Polícia encontra depósito de alimentos roubados na Vila Sônia

A polícia encontrou um depósito de cargas roubadas na zona oeste de São Paulo, na manhã desta terça-feira (13).

O suspeito de ser responsável pelo galpão é proprietário de dois supermercados da região que supostamente vendiam as mercadorias roubadas.

Por volta das 9h, criminosos renderam as pessoas que estavam numa van de transporte de alimentos. Após serem liberadas pelos bandidos, as vítimas acionaram a Polícia Militar, que encontrou os suspeitos num galpão situado na rua Valentin Seitz, na Vila Sônia.

Ao entrar no depósito, os policiais localizaram a carga roubada e uma grande quantidade de alimentos, bebidas, cigarros e outros produtos. A polícia prendeu o dono dos supermercados, a mulher dele e dois funcionários. Todos foram levados para o 75° Distrito Policial, do Jardim Arpoador.



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