quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Adolescente morre em escola na Vila Sônia

O adolescente Daniel dos Santos Rodrigues, de 16 anos, faleceu na manhã desta terça-feira (13) durante o intervalo de aulas na Escola Municipal Desembargador Arthur Whitaker, no bairro da Vila Sônia, zona sul de São Paulo. Ele era estudante do 7º ano. Segundo a direção do colégio, Daniel foi vítima de mal súbito.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h50. Segundo a corporação, o menino caiu, teve uma convulsão e morreu logo em seguida. O boletim de ocorrência foi registrado no 34 DP (Morumbi). De acordo com a Polícia Civil, o adolescente estaria acima do peso.

A Secretaria Municipal de Educação e a Diretoria Regional de Educação (DRE) Butantã lamentaram o falecimento do aluno em nota divulgada durante a tarde. Os órgãos afirmaram que vão colaborar com a família e a polícia para esclarecer o episódio. As aulas na escola foram suspensas durante o resto do dia.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Moradores da Vila Sônia querem pista de bicicross no bairro

Os moradores do bairro Vila Sônia, na Zona Sul de São Paulo, reclamam pela falta de uma pista de bicicross na região. Eles já tinham construído uma pista na Praça Maria do Céu Correia para a prática do esporte, mas ela foi destruída pela Prefeitura há alguns meses.

“Essa pista existia desde 1985 e foi feita com suor e trabalho dos nossos pais. Depois de um tempo, quando ela já estava praticamente concluída, a Prefeitura deu apoio com pneus, com outros materiais”, conta o ator Fabiano Pinheiro Machado.

Dois canos que saem de uma escola ao lado da praça jogam água naquele espaço e, misturado com a terra, formam uma lama. Segundo os moradores, a justificativa da Prefeitura foi que essa lama estava descendo para a Rua Ibertioga, logo abaixo da praça. Os moradores da rua reclamaram e a pista foi fechada.

No entanto, mesmo os moradores da Rua Ibertioga estão dispostos a colaborar. “É preciso fazer uma captação da água lá em cima para ela não descer e não prejudicar a rua e também fazer uma melhoria na pista”, diz Dênis Garcia, dono de uma das casas mais prejudicadas pelo barro.

“A pista era inadequada. Em reunião com a comunidade, a gente pretende elaborar um projeto com a presença de engenheiro. Vamos escolher um local adequado e fazer uma pista decente”, afirma Daniel Barbosa Rodrigueiro, subprefeito do Butantã.

De acordo com o subprefeito, uma reunião está agendada para o dia 13 de setembro onde a comunidade apresentará sugestões do que eles desejam. “Vamos em busca de recursos financeiros para execução dessa pista”, garante. Ele ainda afirma que, no máximo em 2012, a pista será construída. “Tudo depende de recursos financeiros”.

Depois de 40 dias da reunião deve sair o projeto e a definição do lugar onde a pista será construída. Logo depois, a definição de quando o projeto será concluído.

Fonte: G1

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Juntos, Vila Sônia, Morumbi, Jabaquara, Campo Belo e Vila Clementino acumulam 16% dos roubos a residências em São Paulo

A capital paulista registrou no primeiro semestre deste ano uma média superior a oito roubos a residência por dia. Entre janeiro e junho, 1.520 casas foram atacadas por ladrões que fizeram famílias inteiras reféns. Só neste mês, até o dia 10, foram 93 crimes dessa modalidade, contra 73 no mesmo período de 2010. A parte nobre da zona sul é a mais atingida. Juntos, os bairros de Vila SôniaMorumbiJabaquaraCampo Belo e Vila Clementino acumulam 16%, ou 240 do total das ocorrências.

Na sexta-feira, um engenheiro de 70 anos foi atingido por um tiro de fuzil em um assalto a sua casa, no Jardim Morumbi. Policiais do 16.º Batalhão da Polícia Militar, que atende a área, afirmam que são constantes os chamados de ataques contra residências no bairro. Eles estão sendo orientados a andar com uma relação de placas dos veículos que foram roubados ou furtados nas últimas 72 horas e que possivelmente são usados na prática de crimes.

No próximo domingo (28), moradores do Morumbi farão um protesto contra a onda de violência, dando um abraço simbólico na Praça Vinicius de Morais.

Fonte: Portal Terra

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sertanejo Pop Festival reúne os maiores nomes do gênero na Vila Sônia

Neste sábado e domingo (13 e 14), acontece em São Paulo a segunda edição do Sertanejo Pop Festival, com mais de 16 horas de música e nove shows.

O evento realizado na Chácara do Jockey, na Vila Sônia, terá apresentações de Guilherme & Santiago, Jorge & Matheus, Matheus Minas & Leandro, Fenando & Sorocaba, Maria Cecília & Rodolfo, entre outros.

Além dos nomes consagrados, o evento ainda dará espaço para novos talentos, escolhidos pelo público por meio de votação no Domingão do Faustão. Os finalistas foram Relber & Allan, que tocam no dia 14; e Cristiano Araújo, que se apresenta no dia 13.

Segundo a Som Livre – gravadora de praticamente todos os artistas do line up do Festival – de 2008 para cá (quando foi realizado o primeiro evento) inúmeros músicos surgiram, se consolidaram e se tornaram fenômenos no cenário do sertanejo. “No ranking nacional das 10 músicas mais tocadas em 2010, as nove primeiras são sertanejas”, conta Marcelo Soares, diretor geral da Som Livre. “Alguns dos artistas de maior sucesso, nesse cenário, estão no line up do Sertanejo Pop Festival. O sucesso da primeira edição foi tão grande que, menos de um ano depois, estamos realizando o evento novamente”, complementa.

O evento ainda contará com espaços de lazer, camarotes exclusivos com open bar e buffet completo e um espaço com maquiadores à disposição, para deixar a mulherada mais bonita para a festa.

Confira o line up do festival:

13/ago
- 1º colocado no Concurso Garagem do Faustão
- Guilherme & Santiago
- Gusttavo Lima
- Humberto & Ronaldo
- Matheus Minas & Leandro
- Jorge & Mateus

14/ago
-  2º colocado no Concurso Garagem do Faustão
- Victor & Leo
- Michel Teló
- Fernando & Sorocaba
- Munhoz & Mariano
- Maria Cecília & Rodolfo

Seviço
Local: Chácara do Jockey
Endereço: Avenida Pirajussara, s/n – São Paulo.
Datas: 13 e 14 de agosto.
Horário: sábado das 14h às 23h e domingo das 13h às 20h.
Abertura dos portões: 12h.
Classificação etária: 14 anos.

Preços:
PRIMEIRO LOTE (Ingressos limitados)
PASSAPORTE PISTA 1/1
Válido para 2 dias de Festival (sábado, 13/08 e domingo, 14/08)
R$ 180,00  |  R$ 90,00 (meia-entrada)

PASSAPORTE VIP 1/1
Válido para 2 dias de Festival (sábado, 13/08 e domingo, 14/08)
R$ 340,00 |  R$ 170,00 (meia-entrada)

PISTA POR DIA DE EVENTO
R$ 100,00  |  R$ 50,00 (meia-entrada)

VIP POR DIA DE EVENTO ?R$ 180,00 |  R$ 90,00 (meia-entrada)

CAMAROTE BRAHMA COUNTRY POR DIA DE EVENTO – Classificação etária: 18 anosMasculino – R$ 350,00Feminino – R$ 300,00

*10% de desconto na compra dos dois dias de evento.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo livepass.com.br? ou nas bilheterias autorizadas.

Fonte: Virgula

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Vila Sônia terá ônibus para Região Metropolitana

Um terminal metropolitano com capacidade para até 300 ônibus por hora será construído pelo governo do Estado ao lado da futura Estação Vila Sônia do Metrô, na zona sul de São Paulo. As obras começam em dezembro. Além de servir aos passageiros da Linha 4-Amarela, o espaço será vizinho a uma rodoviária que a Prefeitura pretende construir. A expectativa é de que 55% dos coletivos sirvam a própria cidade. Os demais partirão para municípios no oeste da Região Metropolitana.

O terminal vai ocupar uma parte da área do pátio de manobras da Linha 4, entre as Avenidas Eliseu de Almeida e Francisco Morato. Por isso, segundo o Metrô, não será necessário desapropriar terrenos, ao contrário da rodoviária, cuja construção deve tirar vários imóveis no bairro.

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Região da Vila Sônia recebe Operação Cata-Bagulho neste sábado

Neste sábado (13), a região do Guia do bairro Vila Sônia recebe os serviços da operação cata-bagulho. Os moradores das ruas e avenidas atendidas pelo serviço poderão se desfazer de objetos em desuso e de difícil descarte, como móveis e eletrodomésticos avariados ou em desuso. Confira a região atendida pelo serviço:

Horário: das 9h às 15h

Onde: nos bairros Vila Inah e Vila Sônia e percorre as seguintes vias: rua Cabidela, rua Apalóide, rua Comandante Lira, rua Corveta Camacuã, rua Paraíba, rua Brasiloide, rua Abará, Rua Alenquer, rua Quitauna, rua Pedrinhas, rua Gameleira, rua Campos, rua Roteiro, rua Tingui, rua Piave, rua Alcobaça, rua Jeriquara, rua Francisco de Proença, rua Éden, rua Palostaloide, rua Mandiçununga e rua Osório.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Moradores da Vila Sônia querem parque no lugar de chácara do Jockey Clube

Apesar de o negócio com o terreno do Jockey Club com o município a troco da dívida do IPTU não estar concretizado, moradores do bairro Vila Sônia, na Zona Sul de SP, aprovam a ideia da Prefeitura de criar um parque público no local. O terreno, arborizado, com haras, pista de cavalos, lago e outras benfeitorias tem 150 mil m² e fica entre as avenidas Pirajussara e Francisco Morato.

“Criar um parque aqui no bairro vai valorizar as casas”, afirmou o aposentado Rui Yoneyama, de 72 anos, que mora desde 1965  em frente à entrada da chácara, na Rua Santa Crescência. “Acho que é vantajoso para os moradores toda a cidade”, disse Rui.

Outro morador antigo da Rua Santa Crescência, o vendedor Fernando Augusto Capestrani, de 60 anos, também acredita que ter um parque no local é bom para o bairro. “Vai aumentar um pouco o movimento, mas a região tem poucos espaços públicos. É uma pena ver esse terreno tão belo vazio e usado só para receber shows de vez em quando”, disse Fernando.

O casal de comerciantes Vanderlei Machado, de 40 anos, e Elisabete da Silva Leite, de 38 anos, tem um bar próximo à chácara e admite perder um pouco do sossego em troca do benefício de ter um parque. “Uma das boas coisas do entorno é a tranquilidade. Sei que vamos perder um pouco disso, mas vai ser positivo para os negócios”, disse Vanderlei. “Acho que vai ficar mais seguro. Certamente terá mais policiamento, se houver um parque”, afirmou Elisabete.

O músico Hélio Fuoco, de 49 anos, morador da Vila Sônia, gosta da ideia do espaço público, mas tem uma ressalva. “O parque será bem-vindo desde que não tirem as árvores. A chácara é como um pulmão do bairro”, falou. “É muito melhor do que o projeto que o Jockey estava considerando há alguns anos, de construir um condomínio. Assim todos usufruem do lugar.”

Indefinição / A Prefeitura ainda não sabe se vai fechar a transação do terreno com o Jockey. Em nota, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente afirmou que ainda não há planos oficiais para a construção do parque e não há nenhuma data definida para o início do projeto. “Primeiramente, a venda de parte do Jockey precisa ser oficializada. Na sequência serão tomadas as providências legais, destinando a implantação de um parque, para que a  Secretaria do Verde e do Meio Ambiente seja requisitada a confeccionar o projeto”, diz a nota.

Negócio com Prefeitura depende de avaliação do valor da propriedade
De acordo com o presidente do Jockey Club, o economista Eduardo da Rocha Azevedo, de 62 anos, a troca do terreno da Chácara do Ferreira pela dívida junto à Prefeitura depende ainda de avaliações independentes do valor do terreno, tanto do clube como do município. “Depois disso, ainda será  necessário aprovar a negociação em assembleia dos membros do Jockey”, falou Azevedo.

O Jockey Club deve R$ 207 milhões em IPTU aos cofres do município. O presidente, no cargo há quatro meses, disse que vai aderir ao PPI (Programa de Parcelamento Incentivado) da Prefeitura. “Com os incentivos do PPI, a dívida cairá para R$ 80 milhões. Pelas minhas estimativas, 80% da chácara deverá liquidar o débito”, afirmou Azevedo.

O presidente também falou que ainda não é certo que a Prefeitura vá aceitar o negócio com o terreno, mas está otimista. “Há muita boa-vontade de ambas as partes. Espero que a transação  aconteça até o fim do ano, depois de cumpridas as formalidades”, afirmou.

Fonte: Diário de S. Paulo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Jockey vai dar chácara da Vila Sônia e parcelar IPTU devido

O Jockey Club de São Paulo quer sair da lista dos maiores devedores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) da cidade. Para dar fim à dívida que passa dos R$ 207 milhões, a direção da entidade já decidiu: vai aderir ao Programa de Parcelamento Incentivado (PPI) do Município, vender à cidade parte do terreno da Chácara do Ferreira, no bairro Vila Sônia, zona sul de SP, e promover reformulações que o coloquem em outra lista: a de clubes classe AAA, disputados pela elite paulistana.

O equilíbrio financeiro da entidade é o primeiro passo. A cartada da vez está sendo tocada pelo presidente, o empresário Eduardo da Rocha Azevedo, de 62 anos, no cargo há 4 meses. “Temos uma missão: vamos fazer do Jockey um clube no estilo dos mais disputados da capital. Vamos aderir ao PPI, está decidido.”

Com o acordo, a dívida pode cair para até R$ 80 milhões – com os descontos de multas e juros previstos no plano. O parcelamento pode se estender em até 120 meses. O prazo de adesão do PPI vai até o fim do mês que vem. O clube já aderiu em outras oportunidades a parcelamentos como esse, mas não conseguiu honrar as prestações. Dessa vez, isso está fora de cogitação.

“Estamos profissionalizando a gestão e vamos também abrir mão de parte do patrimônio do clube”, diz Azevedo. Além do IPTU, o clube tem mais de R$ 121 milhões em outras dívidas, como imposto de renda.

A utilização do terreno de 150 mil m² na Vila Sonia, conhecido como Chácara do Jockey, para amortecer os débitos é discutida há pelo menos 10 anos. Nos últimos tempos, o espaço passou a abrigar festivais de música. O interesse da Prefeitura é transformar a área em um parque municipal – uma parte ainda não definida permaneceria com o Jockey. Outra propriedade da entidade, de 348 mil m² em Campinas, também deve ser negociada.

O clube. Os planos de atrair a elite paulistana para o Jockey vai por dois caminhos: potencializar os atrativos do clube social, ampliando a área exclusiva dos sócios, e criar um conceito de “clube de negócios”. “A ideia é fazer com que empresas e empresários se reúnam, tornem-se sócias e haja espaços para encontros e eventos”, diz Azevedo, que conta com a experiência de presidir por 8 anos a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Já na parte social, os planos são de ampliação, respeitando o estilo das construções de mais de 100 anos do Jockey – o complexo de 620 mil m² na Cidade Jardim, zona sul de São Paulo, é tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado (Condephaat).

As alterações planejadas começam pelas arquibancadas nobres para as corridas de cavalos, que devem ser ampliadas e renovadas. O prédio hoje da fisioterapia, em estilo art déco, deve abrigar um spa moderno e de alto nível. Estão previstas ainda uma série de quadras de tênis e poliesportivas, além de três piscinas – hoje há uma piscina no local.

Uma passagem subterrânea por baixo da pista de corrida dos cavalos faria a ligação com o grande gramado oval, que deve abrigar pistas de cooper e espelhos d”água. As obras não impediriam a realização de shows no local, uma das principais fontes atuais de renda – o clube já fechou a realização do festival Lollapalooza, no ano que vem. “Temos características únicas: uma pista de caminhada, em torno da área, com perímetro de 4 quilômetros”, afirma Azevedo.

O Jockey tem hoje 1.200 sócios pagantes e, apesar da gigantesca área, pretende ter no máximo 6 mil. Os títulos já passaram de R$ 5 mil para R$ 30 mil – só para os primeiros 200 interessados. Depois, haverá um mais um aumento.

Todo o projeto deve sair do papel ainda neste ano. Mas o acesso vai continuar livre para os não sócios, tanto no grande gramado quanto para assistir às corridas de cavalos, nos fins de semana e nas noites de segunda-feira. A aposta mínima é de R$ 2.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ato impede demolição de rampas de bicicross na Vila Sônia

Uma pista de bicicross de 26 anos de existência, berço de campeões da modalidade BMX, se tornou ontem o pivô de um protesto de moradores do bairro Vila Sônia (zona sul de SP), que impediram a prefeitura de demolir as rampas.

Na pista, criada pela própria comunidade em 1985, começaram nomes históricos da modalidade, como José Wilton Oliveira, o Draculão, e Ricardinho Alvarez, que já foi o número 1 do país.

O tumulto começou por volta das 7h, quando um trator chegou para retirar a série de rampas de terra, esculpidas pelos moradores na praça Maria do Céu Correia.

Moradores se postaram em frente à máquina da prefeitura, que acionou a Polícia Militar. O impasse se arrastou até o início da tarde, quando o trator foi embora após ter demolido apenas uma rampa.

A ironia é que a terra usada para modificar o traçado das rampas havia sido doada pela prefeitura no início do ano. Até então, a pista nunca havia sido questionada.

Agora, o município quer retirá-la porque alega que a terra está deslizando pela encosta –a praça fica num terreno com um declive–, atingindo casas e uma rua.

Diz, ainda, que galerias de água têm sido afetadas e que tomou a decisão após reclamações de vários moradores.

“Tudo o que a gente quer é ter um lugar para andar de BMX”, afirma Eugênio Nogueira, 38, que já foi sétimo do ranking paulista e participou da construção da pista.

Hoje, leva os filhos, de nove e 12 anos, para praticar o esporte. “Eles choraram quando viram a máquina.”

Segundo a Subprefeitura do Butantã, será elaborado projeto para fazer uma pista tecnicamente adequada.

Fonte: Folha.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Presos suspeitos de roubar carro e invadir casa na Vila Sônia

Três jovens foram presos acusados de roubar um carro e invadir uma casa na região da Vila Sônia, Zona Sul de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 17. Segundo a Polícia Militar, os adolescentes entraram armados na residência e roubaram alguns pertences. As duas vítimas, que estavam na casa, foram amarradas.

Com a chegada da polícia, os três jovens se assustaram e saíram correndo. Eles acabaram se escondendo em um colégio da região. Os policiais cercaram a escola e prenderam os três homens. Ninguém ficou ferido na ação. O caso será registrado no 34º DP, na Vila Sônia.

Fonte: Jornal da Tarde



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