segunda-feira, 1 de março de 2010

Operação Urbana Vila Sônia vai atrair 37 mil moradores até 2027

É difícil sair de algum cruzamento do bairro da Vila Sônia, na zona sul da capital paulista, sem ganhar um folheto de novo empreendimento imobiliário. Garotas segurando placas indicando “dois dormitórios, imperdível” ou “residencial de luxo” também viraram figurinha carimbada de uma região que ganhou 2,5 mil apartamentos no ano passado. De olho na valorização do metro quadrado, que alcançou 45% nos últimos cinco anos, a Prefeitura pretende agora tirar proveito desse boom de prédios e lançar no mercado a Operação Urbana Vila Sônia – incentivo que deve multiplicar o movimento de verticalização e trazer mais 37 mil moradores para o bairro até 2027.

A criação da Operação Urbana vai ampliar o potencial construtivo da região, pois permitirá um coeficiente de aproveitamento dos terrenos muito maior do que o permitido em outras áreas. Serão exatos 1,356 milhão de metros quadrados de potencial adicional. Para poder aproveitar essas novas regras, as construtoras têm de adquirir títulos da Prefeitura, chamados de Cepacs, cujo valor será reutilizado em obras na própria Vila Sônia. O governo, que espera lançar a operação nesse primeiro semestre, calcula arrecadar R$ 300 milhões e utilizá-los na construção de um túnel, parques e moradias populares.

“Queremos disciplinar esse crescimento e controlar o adensamento”, diz o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Luiz Bucalem. “Queremos incentivar a construção em dois principais polos, em volta das futuras estações do Metrô Butantã e Vila Sônia. Com isso, criaremos subcentralidades, o que vai facilitar o deslocamento dos moradores.”

Com o valor arrecadado em Cepacs, o governo vai fazer um parque linear, recuperar os parques já existentes, melhorar calçadas e construir um túnel para as avenidas Corifeu de Azevedo Marques e Eliseu de Almeida. Além disso, 12% de todo o valor arrecadado será usado em regularização fundiária e reubanização de duas favelas – o Morro da Fumaça e o Jardim Jaqueline. “Queremos antes conversar com os moradores para explicar que a Prefeitura não quer simplesmente adensar o bairro ao limite”, diz o secretário.

O grande problema da Prefeitura, no entanto, é o “atraso” da operação, uma vez que a Vila Sônia virou a bola da vez no mercado imobiliário há quase quatro anos. O motivo é a chegada das próximas estações da Linha Amarela do Metrô, que ligará a zona sul ao centro – até então, era um bairro repleto de casas, que vêm dando espaço para torres residenciais com apartamentos entre R$ 350 mil e R$ 1 milhão. De acordo com as planilhas da Secretaria Municipal de Habitação, pelo menos 15 empreendimentos devem subir nos próximos anos sem que o governo ganhe um centavo – sem falar os prédios que já foram lançados e não utilizaram Cepacs.

“Parece sempre que a nossa cidade está com o freio de mão puxado quando lida com assuntos urbanísticos, principalmente no que diz respeito à ocupação do solo”, diz João Crestana, presidente do Secovi-SP. “Obviamente o mercado tem interesse na região, o metrô e a Copa do Mundo vão criar um eixo de desenvolvimento ali. Se tivermos regras claras, dá para fazer muita coisa boa no bairro.”

ENTENDA A OPERAÇÃO

Operação Urbana: é uma ferramenta prevista no Plano Diretor Estratégico, que dá ao incorporador a possibilidade de construir além dos limites impostos pela legislação municipal. Normalmente, um terreno de mil metros quadrados só pode ter um prédio de área total idêntica. Na Operação Urbana Vila Sônia, os terrenos perto das estações de metrô poderão ter prédios de até 4 vezes a área

Valores: O governo calcula arrecadar R$ 300 milhões em Cepacs

Outros lugares: A Prefeitura pretende lançar Operações Urbanas na região da Avenida Jacu-Pêssego, na Vila Leopoldina/Jaguaré e Carandiru/Vila Maria (que engloba vários bairros da zona norte).

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 1 de março de 2010

Quarteto é detido após assalto a duas casas na Vila Sônia

Quatro suspeitos, entre eles um adolescente de 15 anos e seus dois irmãos, foram detidos, no início da madrugada deste sábado, após a quadrilha invadir duas casas na Vila Sônia, zona sul de São Paulo. As vítimas dos dois assaltos saíram ilesas.

Com uma faca e uma réplica de arma de fogo, os bandidos, todos moradores da favela do Jardim Colombo, na mesma região do assalto, invadiram a primeira casa após render uma das vítimas na rua. Um casal e a filha foram feitos reféns pelos bandidos, que, após separarem alguns objetos, pularam o muro e entraram na casa vizinha, onde outro casal foi rendido.

Na fuga, os bandidos utilizaram um Fiat Pálio Weekend verde, da primeira residência, levando uma das vítimas como refém para sacar dinheiro de caixa eletrônico, liberando-a depois.

Em patrulhamento, PMs da 2ª Companhia do 16º Batalhão, já em posse da placa e modelo do carro roubado, cruzaram com o Pálio e abordaram o adolescente, que estava ao volante.

Todos os objetos roubados, segundo o menor, já estavam na casa dele, na favela do Jardim Colombo, para onde os PMs foram e detiveram os dois irmãos do adolescente e um quarto suspeito de participação nos dois assaltos. No local, os policiais recuperaram dinheiro, joias, eletroeletrônicos em geral, malas, copos de cristal e um micro-ondas, tudo levado das duas casas.

O adolescente e um dos irmãos dele foram reconhecidos pelas vítimas. Os outros dois suspeitos prestaram depoimento no plantão do 34º Distrito Policial, da Vila Sônia, durante a madrugada.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Moradores da Vila Sônia terão desconto por falta de água

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) promete compensar todos os mais de 750 mil consumidores das cidades de São Paulo, Itapecerica da Serra,Embu, Embu-Guaçu e Cotia que ficaram com as torneiras secas por mais de três dias por causa de uma adutora na zona sul da capital.

Os clientes terão uma redução no valor da conta mensal correspondente à tarifa mínima cobrada por 10 metros cúbicos por mês ? equivalente a 10 mil litros de água. Esse valor, segundo a companhia, varia de acordo com o tipo de tarifa aplicada ? residencial social, normal, social, comercial ou industrial. As contas com os descontos devem chegar aos consumidores com o valor correto a partir do dia 4.

A companhia calcula que cerca de 300 mil consumidores com medidores individuais terão conta zero, pois consumiram no período até 10 metros cúbicos. Os demais 450 mil moradores afetados pelo problema de abastecimento deverão pagar apenas a diferença entre o oferecido como desconto e o que excederam no consumo. Ou seja, se usarem, por exemplo, 40 mil metros cúbicos, terão o valor equivalente a 10 mil metros cúbicos descontados do total de suas contas.

Um consumidor residencial normal, conectado à rede de água e esgoto, por exemplo, terá uma compensação de R$ 27,28. No caso de um consumo de 15 metros cúbicos, a conta seria de R$ 48,58. Com a redução, a cobrança passará a ser de R$ 21,30, ou seja, 56% a menos.

Nos casos de condomínios residenciais que tenham apenas um medidor, o cálculo será feito considerando-se todas as unidades habitacionais existentes. Por exemplo: um prédio de apartamentos terá a compensação referente à tarifa mínima para cada um deles subtraída da conta total. Assim, um edifício de cem unidades com conta de 1 mil metros cúbicos não pagará nada, já que o consumo de cada unidade seria 10 metros cúbicos, segundo os técnicos da Sabesp.

Receberão o benefício os consumidores residentes em regiões afetadas parcial ou integralmente em São Paulo (Butantã, Pirajuçara, Vila SôniaMorumbi e Jardim São Luís), Cotia (Granja Viana) e bairros de Taboão da Serra, Embu-Guaçu, Itapecerica da SerraEmbu.

Fonte: Agencia Estado

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Moradores da Vila Sônia já contam com fornecimento de água

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou no início da tarde desta quarta-feira, 10, que o abastecimento está praticamente normalizado nas regiões afetadas pelo rompimento de uma adutora. Os reparos foram encerrados por volta das 14 horas de terça-feira, 9.

A adutora de grande porte se rompeu no começo da manhã de domingo, 7, na esquina entre as avenidas Roque Petroni Júnior e Chucri Zaidan, em frente ao Shopping Morumbi. Cerca de 750 mil moradores das zonas sul e oeste e região metropolitana de São Paulo foram afetados.

De acordo com a Sabesp, Butantã, Vila Sônia , Pirajussara, Jardim São Luiz, Campo Belo, Americanópolis, Interlagos, Raposo Tavares, Jardim Campestre e Granja Viana já contam com o fornecimento de água.

Osasco, Itapecerica da Serra, Jaguaré e Bela Vista – regiões atendidas por outro sistema, mas que sentiram a falta d’água em virtude da manobra emergencial da Sabesp para atender os bairros mais críticos afetados pelo rompimento da adutora – também contam com o fornecimento de água normalizado.

O abastecimento está regularizado para cerca de 90% dos moradores de Morumbi, 80% dos de Taboão da Serra e parte de Embu. A normalização dessas regiões e do Jardim Ângela, que são locais mais altos e distantes, deve ocorrer ao longo do dia.

O rompimento da adutora ocorreu por causa das fortes rajadas de vento durante a chuva da madrugada de domingo. A ventania provocou o destelhamento da Estação Elevatória Theodoro Ramos. A chuva danificou os painéis elétricos da estação e provocou uma parada abrupta das motobombas. Essa parada repentina criou uma grande onda, que se propagou dentro da tubulação a uma velocidade muito grande e afetou a válvula que faz a descarga da adutora, ocasionando o rompimento. A distância da estação elevatória ao ponto do rompimento é de 6,3 quilômetros.

Desde o início da operação, cerca de 1 milhão de litros de água – suficientes para abastecer 10 mil habitantes – foram distribuídos por caminhões-pipa.

Casos emergenciais serão atendidos pela Central de Atendimento 195, que funciona 24 horas. A ligação é gratuita. Atendimentos também podem ser feitos via chat ou por email pelo site da Sabesp.

Fonte: Agência Estado

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Vila Sônia tem rodízio de água nesta terça-feira

Quase dois dias após o rompimento de uma adutora na zona sul de São Paulo, 750 mil pessoas continuavam sem água ou com o abastecimento em sistema de rodízio, na noite de ontem. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) planejava iniciar, ainda ontem, um rodízio de água entre os bairros afetados para evitar o total desabastecimento.

A adutora se rompeu por volta das 5 horas de domingo, na esquina das Avenidas Roque Petroni Júnior e Doutor Chucri Zaidan, na frente do Shopping Morumbi. A companhia previa que os bairros do Butantã, Pirajuçara e Vila Sônia recebessem água parcialmente entre a noite de ontem e a manhã de hoje, mesmo prazo dado para os moradores do Morumbi.

A Sabesp destacou que “todo o restante da região afetada será abastecido de forma parcial até que a adutora esteja em pleno funcionamento”. Apesar do anúncio, a empresa não divulgou quando os moradores das outras regiões receberão água em suas casas. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), até as 18h30, a Avenida Roque Petroni Júnior estava interditada na altura da Avenida Doutor Chucri Zaidan, por causa dos trabalhos de manutenção da Sabesp.

Ontem, moradores de Paraisópolis, na zona sul, formaram enormes filas para encher baldes numa mina d”água na Rua Jangada. Eles alegavam estar sem água há três dias. “Começou a faltar água aqui em casa antes de o cano estourar. No sábado, a gente já estava com a torneira seca”, reclamou o morador Mário da Silva.

“Com esse calor todo não tem como ficar sem água. A gente sempre sofre, tem criança pequena em casa, e agora a gente enfrenta essa fila que não tem mais fim para pegar um balde de água”, disse a dona de casa Maria Auxiliadora de Andrade.

Por meio de nota, a Sabesp informou que “não tem registro de reclamação de moradores ou outros problemas de desabastecimento anteriores ao rompimento da adutora. Neste momento, com a região afetada pela falta d”água, não é possível identificar a causa de outros problemas. É preciso esperar a normalização do abastecimento”.

Fonte: Agência Estado

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Após 48 horas, ainda falta água para moradores da Vila Sônia

Cerca de 750 mil moradores das regiões sul e oeste da capital paulista e de parte dos municípios de Embu, Taboão da Serra e Cotia, na Grande São Paulo, continuam com problemas no abastecimento de água. Os transtornos completam 48 horas na manhã de hoje.

Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), no início da noite de ontem, os moradores de Paraisópolis, um dos bairros afetados pela falta de água causada pelo rompimento da adutora Theodoro Ramos, que fica entre as avenidas Roque Petroni Junior e Doutor Chucri Zaidan, no Morumbi, receberam caminhões-pipa como forma de amenizar o problema.

Desde as 20 horas de ontem, as regiões do Butantã, Vila Sônia, em São Paulo, Granja Viana, em Cotia, e parte de Taboão da Serra e Embu, estão sendo abastecidos de forma parcial, no sistema de rodízio, após redirecionamento feito pela Sabesp nas redes de distribuição da região. Na manhã de hoje, os direcionamentos serão feitos para a região do Morumbi e Paraisópolis.

Segundo a Sabesp, não havia uma previsão, pelo menos até a manhã de hoje, para o término dos trabalhos de conserto da adutora, que se rompeu às 5 horas de domingo. A empresa afirma que a tubulação está em uma profundidade de oito metros e que “trata-se de área de difícil acesso, em razão da proximidade com o córrego Cordeiro”.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Sabesp retomará abastecimento na Vila Sônia

Os bairros da Vila Mariana, Vila Sônia, Vila Olímpia, Brooklin, Butantã, Campo Belo, Chácara Flora, parte do Morumbi e de Interlagos, além das cidades de Embu (bairro Vista Alegre) e Cotia (Granja Viana) terão o abastecimento de água regularizado na manhã desta quinta-feira, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

As 1,3 milhão de pessoas atingidas tiveram o abastecimento interrompido na noite de ontem para manutenção na Estação de Tratamento de Água Alto da Boa Vista – que abastece as zonas sul e oeste da Capital e também parte da Grande São Paulo.

Os trabalhos foram concluídos às 19h e a normalização do abastecimento para todos os bairros afetados será feita gradualmente até sexta-feira.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Vila Sônia deve ganhar rodoviária até 2013

A Prefeitura de São Paulo estuda construir mais duas rodoviárias na cidade: uma em Itaquera, na zona leste, e outra na Vila Sônia, na zona sul. A Secretaria Municipal de Transportes informou que a proposta foi discutida junto com a Revisão do Plano Diretor, que define como a cidade deve ser construída, e foi bem aceita pela população.

A localização dos novos terminais foi definida com base em estudos detalhados das redes de transporte e das características de várias regiões da cidade. Atualmente, as viagens para todo o Brasil são feitas a partir da Rodoviária do Tietê, na zona norte, ou da Barra Funda, na zona oeste.

A secretaria informou que os atuais terminais ficam de 30 a 50 km de distância dos bairros mais distantes de São Paulo. E são justamente esses moradores que realizam viagens mais longas, com mais membros da família e com maior volume de bagagens.

O terreno para construção das novas rodoviárias será ao lado das estações do Metrô Corinthians –Itaquera e Vila Sônia, que está em construção. A obra só deve ser concluída em 2013 e ainda não há a previsão de quanto o governo deverá investir.

Além de facilitar a vida dos viajantes, a medida é para incentivar o uso do transporte coletivo. Em cada novo terminal haverá de 15 a 20 plataformas, cerca de metade das plataformas do Terminal Rodoviário da Barra Funda.

Ainda não foi definido quais empresas vão operar em cada rodoviária. Antes disso, a secretaria fará uma pesquisa para identificar quais são os destinos mais procurados, por bairro, em São Paulo.

Fonte: R7

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Moradores da Vila Sônia continuam sem água nesta quarta

Cerca de 3,7 milhões moradores da Grande São Paulo continuam sem água nesta quarta-feira, 20, para que técnicos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) realizem serviços de manutenção na Estação de Tratamento de Água Alto da Boa Vista. O abastecimento foi cortado na terça-feira e será regularizado gradualmente até sexta-feira, 22.

De acordo com a Sabesp, os trabalhos afetarão moradores de alguns bairros das zonas sul e oeste da capital e também de Cotia, Embu e Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Os bairros afetados na capital são: Chácara Flora, Jardim São Luiz, Jardim Ângela, Interlagos, Grajaú, Brooklin, Campo Belo, Americanópolis, Morumbi, Pirajuçara, Vila Sônia, Butantã, Vila Olímpia e Vila Mariana, além de boa parte da região da Rodovia Raposo Tavares.

Na Grande São Paulo, serão afetados os jardins Santo Eduardo e Vista Alegre, e Embu; o centro e o Jardim Record, em Taboão da Serra; e a Granja Viana, em Cotia. A Sabesp recomenda que os moradores utilizem com moderação a água armazenada nas caixas. Os casos de emergência serão atendidos pelo telefone 195, que funciona 24 horas, gratuitamente.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vila Sônia será afetada em manutenção que cortará água de 3,7 mi na Grande São Paulo

Cerca de 3,7 milhões de pessoas devem ficar sem água na terça-feira, 19, e quarta-feira, 20, durante os serviços de manutenção na Estação de Tratamento de Água Alto da Boa Vista. O abastecimento será retomado e regularizado gradualmente até sexta, 22.

Os trabalhos podem afetar moradores de alguns bairros das zonas sul e oeste da capital e também de Cotia, Embu e Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

A Sabesp recomenda aos moradores que utilizem a água armazenada nas caixas com moderação durante a execução das obras. Em caso de emergência, a população pode entrar em contato com a companhia pelo telefone 195, que funciona 24 horas, gratuitamente.

Regiões afetadas

Em São Paulo, devem ficar sem água os bairros: Chácara Flora, Jardim São Luiz, Jardim Ângela, Interlagos, Grajaú, Brooklin, Campo Belo, Americanópolis, Morumbi, Pirajussara, Vila Sônia, Butantã, Raposo Tavares, Vila Olímpia e Vila Mariana.

Em Embu, são apenas dois: Santo Eduardo e Vista Alegre. Em Taboão da Serra, são dois também: Jardim Record e Centro. Em Cotia, apenas a Granja Viana.

Fonte: Estadão



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